A Queda da Civilização

Não, não vai ficar tudo bem.

Há bastantes anos que temos vindo a assistir a uma crescente perda de valores na nossa sociedade. É a sobrevivência da nossa civilização, construída em milénios com o sangue e suor, que está prestes a acabar. O homem não será mais do que um animal domesticado, capaz de fazer truques e obedecer. Não tenhamos dúvidas que esta perda de valores faz parte da agenda de uma seita com valores transviados, que eles apelidam de alternativos e modernos, mas que são parte de uma ideologia de raiz marxista, com mutações feitas por outros autores. Tal como qualquer grupo cego de fanáticos, os seus membros sofrem uma lavagem cerebral e têm uma missão bem planeada na sociedade. Neste momento, já controlam os grandes grupos económicos, por isso são facilmente financiados.

Em alguns países têm encontrado resistência, mas não em Portugal: dominam a comunicação social, as editoras, os comentadores e influenciadores da internet, o cinema, o teatro e as artes em geral, enfim têm uma máquina de propaganda que faria inveja a qualquer ditadura totalitarista, contagiando dois terços da população. Mais ainda, instalam-se frequentemente nos pontos de resistência para os destruir por dentro e recrutam jovens de tenra idade. Mas esta é uma estratégia global com o objetivo de ganhar e eternizar o poder, destruindo os valores milenares com que a nossa civilização foi criada: a família, o amor desinteressado e altruísta, o sacrifício pelo bem-comum, o ser humano como pessoa única e extraordinária. A ideologia deles foi construída para ser o contrário de tudo isto, arrasando o que estava antes: o Estado como centro e ídolo das massas, o incentivo dos jovens às drogas como forma de destruição das famílias e alienação da liberdade individual (diluída na vontade da comunidade), o repúdio da vida humana (desde a nascença até às morte) e não a considerando um direito absoluto, a automatização dos homens e perda progressiva da identidade pessoal. Isto e muito mais vem subtilmente disfarçado como sabedoria “do bem”, progresso inevitável, humanismo desinteressado e defesa dos direitos. É preciso que as pessoas abram os olhos: o que eles querem, na verdade, é o contrário de tudo isto.

Há quem faça o paralelismo da nossa sociedade atual com o livro “1984” de George Orwell. Eu prefiro o filme “Eles Vivem!” de John Carpenter: um trabalhador da construção encontra, por engano, uns óculos escuros que o faz ver a realidade como ele é: a publicidade atraente diz, na verdade, “obedece”; os jornais têm mensagens como “não resistas”, “conforma-te” e “compra”; a televisão diz “continua a dormir”. E meia-dúzia poderosos controlam o resto da população, com a ajuda de situacionistas e arrivistas. Quem já viu este mundo em algum lado?

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